| SOBRAL GORDO É MÚSICA, cor, e alegria. Na Courela, largo acolhedor e íntimo, desfilam artistas. Actuam músicos. Há convívio entre aldeias vizinhas. Chegam amigos. Propositadamente. Para assistir à festa. Ecoam foguetes. A ginjinha é a (re)descoberta de quantos por ali passam. Celebra-se missa. A procissão parte da capela. Percorre a aldeia. Secundada pela Banda Filarmónica de Pomares. Licita-se em pequenos leilões de ofertas. É valiosa a participação dos sobralgordenses. As receitas conseguidas revertem para melhoramentos futuros. Todos o sabem. | ![]() |
| MAS AS GENTES VÊM TAMBÉM PARA REVER FAMILIARES. Sentir a tranquilidade da serra. Viver de perto a natureza. E o descanso começa a 18 de Agosto. Desmontados os enfeites. Guardados os materiais utilizados. Vale a pena o passeio até estas paragens na vertente da Serra do Açor. O sobralgordense conserva os traços de uma gente simples e honrada. | ![]() |
| A FESTA REPARTE-SE POR TRÊS DIAS. O 14 de Agosto é dedicado à juventude, com provas desportivas, actividades culturais e jogos tradicionais. 15 de Agosto é expoente dos festejos. Variedades, folclore, festa religiosa e procissão, preenchem a jornada. Dedicado à família sobralgordense, o dia 16 ganha expressão na realização de um piquenique: bacalhau, couves e batatas, são confeccionados e consumidos sob a copa de velhas árvores na Eira Fundeira. Termina em cortejo no largo da Courela, ao som tradicional do fado mandado, cantado à desgarrada. | ![]() |

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